quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Demora...

Porque é que tudo demora tanto a acontecer e na minha vida acontecem com muito custo...
Pra ser sincera as vezes me irrita escrever em blog... pq sinto como se estivesse falando sozinha... porém... prefiro escrever do que jogar as palavras no esquecimento... mas gostaria geralmente q blog fosse algo para interagir... (alias é, mas o meu ninguém interage... ) kkkkk por enquanto.

Quando me sinto muito sozinha e sem com quem interagir e gastar minhas energias sedentas... 
eu entro no google digito possiveis pessoas que se sintam como eu... e sempre acho alguma coisa interessante... a palavra de busca foi: blog existencial e achei:


Psicoterapia Existencial – Um processo para novas escolhasPostado no tópico Psicoterapia em 03/02/2009 09:08 pm
Para a Psicoterapia Existencial o homem é um ser livre, capaz de fazer escolhas e construir sua própria vida, sua própria história. O indivíduo é livre para escolher e é responsável por estas escolhas, por sua existência. Responsável por sua condição de ser no mundo.







Pensando assim, o Psicoterapeuta Existencial acredita que seu cliente é capaz de fazer escolhas diferentes das que usualmente faz e com isto administrar mudanças em sua vida. No entanto, para isto ele terá que escolher escolher, escolher sair da zona de conforto, sair do mundo das idéias e por em prática seus projetos, e o terapeuta pode ajudar neste processo. É uma relação terapeutica de responsabilidade compartilhada, de interação.


Esta visão de homem, básica para a Psicologia Existencial, tem suas origens nas correntes Filosóficas Fenomenológico-Existenciais de: Kierkegaard, Nietzche, Husserl, Heidegger, Sartre e Merlou-Ponty. Estes filósofos, discutindo temas como, liberdade, consciência, conhecimento, significado, responsabilidade, solidão, angústia, estabeleceram o pano de fundo que permitiu aos psicólogos buscarem formas de atuação psicoterápica tendo o homem como centro, em seus aspectos essenciais e buscando condições para o auto-conhecimento, desenvolvimento e mudança.







Binswanger, Van den Berg, Rollo May, Boss, Frankl e Rogers, constituem a assim chamada ‘3ª Força em Psicologia’, distinguindo-se da Psicanálise e da Psicologia Comportamental. Nem todos estes autores pensam e agem da mesma forma e, na verdade, podem ser reunidos em subgrupos, considerados ‘humanistas’, ‘fenomenológicos’, existenciais’, etc., mas refletem em seu trabalho a influência dos filósofos citados.






O homem é livre para escolher, o que não significa que suas possibilidades de escolha são ilimitadas. O campo existencial do indivíduo marca limites: a cultura em que vive, suas condições biopsicossociais, história familiar, responsabilidade, respeito ao outro e ao seu ambiente definem as possibilidades de suas escolhas.






Rollo May (1954), em seu livro “Existência” foi quem primeiro sistematizou as idéias dos fenomenólogos, tais como Binswanger, Medard Boss e outros, bem como explicitou a proposta da Psicologia Existencial como um enfoque capaz de lançar luz sobre uma maior compreensão sobre a existência humana. A Psicologia Existencial, Fenomenológico-Existencial, constitui-se numa tentativa de refletir e propor possibilidades às questões da vida cotidiana. Tem como pretensão não só a reflexão, como também extrair daí uma Práxis Terapêutica integrada, e porque não, com objetivo de mudança e felicidade.






As contribuições da Fenomenologia de Edmund Husserl e da filosofia da existência, onde se incluem autores como, Sören Kierkegaard, Friedrich Nietzsche, Martin Heidegger, Maurice Merleau-Ponty, Jean-PaulSarter, influenciaram decisivamente a cultura contemporânea, as ciências sociais e humanas, e em particular, a Psicologia e a Psicoterapia.






Na Psicoterapia, em especial, influenciaram algumas abordagens como a Daseinsanálise, a Escola Humanista-Existencial Norte-Americana, a Psicoterapia Existencial desenvolvida por Ronald Laing e, mais recentemente, a Escola Britânica de Análise Existencial.


Este corpo teórico e de investigação vem sendo desenvolvido a nível internacional, desde o início do século XX, pela Psicologia Fenomenológica, criando assim um espaço epistemológico fundamental entre Filosofia, Psicologia e Psicoterapia.






A Abordagem Existencial permite ao Psicoterapeuta utilizar técnicas de outras abordagens em sua prática clínica, o que deve ser feito atendendo à demanda de cada cliente, o que viabiliza um atendimento holístico, psicossomático, respeitando o cliente como ser único que é. Para desenvolver este trabalho é preciso que o Terapeuta tenha uma postura flexível, criativa, participativa e de muita dedicação, com muito estudo, muita pesquisa e sobretudo que tenha uma formação geral e especializada, para que este processo seja feito com muita responsabilidade, embasado em teoria e muita prática.






Um olhar do ser humano como um ser capaz de construir-se a cada dia, faz acreditar que a mudança é possível, que o investimento pessoal, a ambição e o projeto de vida pode ser planejado durante o processo terapêutico, e que o cliente pode ir além, pode desconstruir traumas antigos e sentir-se capaz de refazer sua história. Que nunca é tarde para traçar objetivos, dentro de sua realidade, e para executá-los.






O homem constrói sua essência através de sua existência, sendo assim, a conscientização de sua problemática e a experiência do cliente facilitam a dinâmica para a mudança.






O foco no aqui-agora colabora com o processo de tomada de consciência e iniciativa a mudança, sem desvalorizar e negar o passado, simplesmente sem a proposta de ficar parado nele, responsabilizando os outros pelas angústias de sua vida. O cliente é responsável por suas vivências e escolhas e decide administrar suas mudanças e correr riscos, consequentemente encontrar sua autenticidade.






A postura do terapeuta existencial é interativa, reflexiva, questionativa e não apenas interpretativa, não assume um lugar de “suposto saber”, ele também corre riscos, participa ativamente do processo, interage ativamente, portanto a responsabilidade do resultado é compartilhada por ambos, terapeuta e cliente. A confiança que o cliente tem no terapeuta facilita on investimento em seu processo terapeutico.






O olho no olho é constante durante as sessões, por isto é condição que o cliente sinta uma empatia e uma confiança impar pelo terapeuta e que este terapeuta esteja atento a todos os sinais que seu cliente lhe transmite, que não fique preso apenas à comunicação verbal.






Através da palavra, do corpo, das emoções, a Psicoterapia viabiliza a possibilidade de transformação emocional, de mudança de hábtos e comportamentos, mudança de padrões pré-estabelecidos, crenças e valores, e até de sintomas, que refletem diretamente no comportamento do cliente.






O profissional que escolhe trabalhar com a abordagem Existencial precisa ter uma postura de vida também existencial, para que a coerência seja mais um de seus instrumentos de trabalho e que a felicidade da conquista de seu cliente seja por ele compartilhada.






Em caso de reprodução favor mencionar autor e fonte.






Nazareth Ribeiro


Psicoterapeuta Existencial, Psicossomaticista, Especialista em Clínica e Educação.


Coaching Vocacional e Orientação Profissional.


Coaching TDAH.


Palestrante.


http://nazarethribeiro.com/?p=10
 
 
Curioso ahm? li depois q iniciei a postagem ... primeiro escrevi.. depois li... e agora colei aqui...
 
Tem alguma coisa errada :) e eu não consigo consertar sem terapia...
 

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